There is no news. There is only the truth of the signal.

Era uma vez uma série de TV chamada “Firefly”. Você começa a assistir a dita série e pensa que é a melhor coisa do mundo, aí ela é obviamente cancelada pelos powers-that-be no meio da primeira temporada.

Era uma vez um filme chamado “Serenity” que continuou a história de uma série de TV chamada “Firefly”. Ia estrear no cinema, mas obviamente os powers-that-be desistiram algumas semanas antes da data anunciada, então você baixa pela internet (eventualmente compra o DVD, quando ele é lançado) e assiste sozinha no computador, chorando copiosamente.

Eu nunca achei que faria a tatuagem de uma série de TV, mas sempre soube que faria uma tatuagem. Só não sabia bem o que fazer. Até que em 2015 – uns 10 anos depois daquele filme e daquele choro – eu estava rabiscando uma das frases.

CAN’T STOP THE SIGNAL.

A essa altura, esta frase virou nome de trope. Sabe no final do filme, quando o herói está cercado e tudo parece perdido? Até você descobrir que ele não vai morrer com aquela informação sobre a conspiração, porque antes de fazer alguma coisa idiota para se encontrar nessa situação ele já havia enviado para alguém ou para todos e para toda a internet? É isso. Porque você ou eles não podem parar o sinal. A informação. A verdade.

Estava comentando sobre essa frase com o Denis, e aconteceu este momento de pura poesia:

Tem gente que não gosta de tatuagem de texto, porque o corpo é tridimensional e curvo e móvel. Os músculos se contraem, a pele estica e torce e dobra. Mas eu tenho um vago interesse por texto e escrita e palavras e letras. Vago.

Era novembro ou dezembro de 2015 quando eu comentei com a minha irmã que tinha resolvido fazer uma tatuagem. Ela fez careta. Eu fiz uma piada sobre o casamento dela (que seria em janeiro).

Acabei demorando mais de um ano depois disso.

Era novembro de 2016 quando eu decidi como ela deveria ficar. Era dezembro quando eu finalmente agendei. Para janeiro, porque meu feriado no trabalho não seria feriado no estúdio.

(Nesse meio tempo, deu para doar sangue a ajudar minha mãe a se acostumar com a ideia.)

E aí foi isso. A primeira.

#cantstopthesignal @margotattoo

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Porque o sinal sempre encontra um caminho.

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