04

set

26/30

Provavelmente não é uma boa ideia querer fazer este post justo hoje, quando estou com (ainda) mais sono do que o normal. Mas faltam poucos dias (oh céus) e achei melhor dar uma olhada se fiquei devendo alguma coisa… e, bom, fiquei devendo este.

Afinal, que parte do meu doutorado eu não estou devendo?

Entrei no doutorado da FE-USP no começo do ano passado. O processo aconteceu no primeiro semestre de 2011, quando eu tinha tempo e conseguia fingir que estava viva. Parecia uma boa ideia.

Assim, ainda deve ser uma boa ideia. Eu realmente gosto do meu tema. Eu realmente quero fazer esse doutorado. E eu reclamo quando estou me atrapalhando com livros com tradução do francês para o espanhol, mas eu gosto de ler essas coisas que eu realmente não conhecia antes.

O meu tema, essa coisa que eu ainda estou conhecendo, é educação matemática. Mais especificamente, educação matemática para jornalistas.

Não estou dizendo que vocês jornalistas não sabem matemática.  Não estou dizendo isso porque eu realmente não tenho dados, então não tenho argumentos. E não tenho nada disso porque meu doutorado está parado, nível não-quero-nem-esbarrar-no-meu-orientador.

Um dia desses estava conversando sobre como terminar cada tarefa do trabalho dá um alívio enorme. Quando eu consigo andar um pouco com o doutorado, dá uma coisa diferente — mesmo que exista atualmente essa ponta de desespero.

Foi por causa dessa coisa diferente que eu entrei no mestrado na ECA depois de fazer aula como aluna especial (escrevendo sobre um episódio de “Angel” para a matéria da Rosana!). Foi por causa dessa coisa diferente no mestrado que eu quis continuar e fui parar na FE para o doutorado.

Não sei bem como vou fazer isso funcionar, mas vou ter que fazer funcionar.

Eu gosto do meu tema. Eu quero fazer esse doutorado. Já passei da idade de aprender que as coisas não ficam prontas sozinhas.

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